A Marinha do Brasil e a Marinha Real Britânica deram um passo significativo para fortalecer a cooperação bilateral em defesa, por meio da assinatura de um protocolo de intenções para a aquisição de dois navios multipropósito doca da classe Albion: o HMS Albion e o HMS Bulwark.
O acordo demonstra o interesse mútuo em aprofundar a parceria entre as duas Marinhas e foi formalizado no ano de celebração do bicentenário de relações diplomáticas entre o Brasil e o Reino Unido, durante a LAAD Security & Defence 2025 no Rio de Janeiro.
A aquisição das embarcações britânicas representa um reforço significativo para o Poder Naval Brasileiro, visto que esta classe de navios se notabilizou pela sua capacidade de condução de operações humanitárias, resposta a emergências, calamidades públicas e apoio à Defesa Civil, além de seu emprego clássico de projeção de poder.
Dotados de elevada capacidade de transporte de tropas, veículos e carga e de um convoo para operações com helicópteros de grande porte, a aquisição desses navios agregará potencial para possibilitar o apoio da Marinha do Brasil à sociedade brasileira em situações de emergência, conforme foi requerido por ocasião do suporte às vítimas das fortes chuvas ocorridas em São Sebastião, em 2023, bem como durante as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024.
FONTE: MB
Realmente existe esta polêmica de que as duas serão adquiridas mas só uma irá operar…
Na minha OPINIÂO está mais que na hora da MB treinar SERIAMENTE suas capacidades de ENGENHARIA NAVAL.
O HMS Bulwark está saindo de manutenção e pode se incorporar rapidamente ao serviço ativo.
Como os reports dizem que o HMS Albion não está em condições e seria apenas canibalizado pelas peças…
Eu PREFIRO outra leitura, pelo seu tamanho e casco seria IDEAL para a MB e a ENGEPRON utilizassem o seu casco para REFAZÊ-LO INTERAMENTE à moda Chinesa/Indiana com os cascos Varyag.
Está mais que na HORA da MB de OUSAR MAIS e construir/modernizar navios GRANDES!!!
O casco do HMS Albion ser refeito pela MB seria um teste de engenharia naval DESAFIANTE!!!
Operar os dois Clase Albion no Brasil seria NO MÍNIMO embaraçoso para os orgulhosos HMS incansáveis… kkk!!!
Excelente! Espero que as próximas etapas do processo de avaliações dos navios sejam satisfatórias, além do trâmite financeiro que está avaliado em 20 milhões de libras. Lembrando que o Bulwark está em fase de manutenção o que deve ter um custo de compensação por esses trabalhos. Outro acordo que espero ser concretizado dessa vez é a compra integrada do Phalanx, que equipa esses navios. Já tivemos esse sistema em um navio dessa categoria. Ele usa motor diesel/elétrico, o que traz para a Marinha uma nova doutrina em propulsão para navios desse porte, comum apenas em submarinos. Mas não deixa de ser curioso o emprego desse propulsor nesse navio.
Quanto ao nome (caso se efetive a compra – sempre lembrando desse detalhe) dependerá das condições da negociação: caso operemos apenas 1 o nome poderia ser G50 Angostura, já que a Marinha tirou esse nome do então “Angostura” do último submarino da Classe Riachuelo para homenagear o almirante Karam. Tira de um põe em outro! Caso o Albion consiga uma sobrevida satisfatória por mais tempo poderia ser Rondônia (G50) e Roraima (G51), por termos 2 estados com nomes parecidos como eles também são dois e parecidos também. Fica a dica Marinha!
Pessoal, vi os comentários e achei incrível a empolgação, **MASSSSSS** vamos acordar!
A *MB não vai manter os dois*. O *único* que será mantido é o *Bulwark*, pois ele foi recentemente reformado. Vamos comprá-lo no mesmo padrão da aquisição do Atlântico.
Já o seu “irmão mais velho”, *Albion*, *será utilizado apenas como doador de peças*
Fonte?:
*Não pode Voice in my mind…
Nossa empolgação se justifica Dretor por serem navios que proporcionam uma musculatura ofensiva importante tanto do ponto de vista quantitativo (mesmo que venha apenas 1) como qualitativo por serem mais modernos do que os meios dessa categoria que já dispomos. É possível que o Albion seja recuperado? Torcemos que sim! Porque a operação dos 2 possibilitaria a baixa do Garcia ficando assim com 4 navios dedicados a projeção de poder sobre terra no inventário da Marinha com uma idade minimamente razoável.
Em relação a quantidade que mencionei é significativo já que tendo 4 desses navios ativos teríamos:
1 em operação,
1 em manutenção
2 a disposição – no sentido de que todos não navegam ao mesmo tempo. Ou então
2 em operação
1 em manutenção
1 a disposição. Ou mais ainda 4/1 onde todos estão em situação diferente:
1 em manutenção
1 em operação
1 a disposição
1 em exercícios – seja no Brasil mesmo ou no exterior (ou visita).
Estar em exercício é diferente de estar em operação nesse contexto porque ele esta em sua atividade fim e o exercício é uma atividade de recrutamento ambas operações executadas ao mesmo tempo. Esse último caso exemplifica o limite mínimo de navios desse tipo que precisamos em nossa frota. Isso tudo considerando que o Garcia esteja em condições de baixa, porque se ele ainda tiver possibilidades operacionais – pelo menos por curto prazo de 5 anos por exemplo – ter 5 desses navios operando ao mesmo tempo seria ainda mais importante, nem que ele seja usado “apenas” como navio de apoio logístico sem o emprego intenso de fuzileiros diminuindo sua carga de atividade com pessoal.
É importante entendermos como os navios são organizados para sabermos porque precisamos dessa quantidade, teríamos assim uma frota condizente (harmônico) em condições de uso. O Atlântico tem uma característica própria dentro da Estratégia de Projeção sobre Terra, sendo o único que não tem doca mas compõe o núcleo (principal inclusive por ser o capitânia) dessa categoria. A FAB e o Exército também ganham mais uma opção de operar embarcado caso cada um deles precisem de um meio naval, demonstrando ainda mais a necessidade desses novos navios. Por exemplo, a Força Aérea pode usar o “Bulwark” como plataforma de pouso em caso de resgate, tanto para socorrer o mais rápido possível o enfermo de navio mercante como para abastecimento após o resgate – isso se ele não pegar uma carona de volta caso o navio já estivesse voltando para a base naquele momento.
Isto é uma grande notícia para os meios anfíbios brasileiros são dois navios de classe mundial, mas parece que um foi atualizado e está pronto para operar e o outro está precisando de profundas intervenções, espero que a MB o recupere , pois com o NDM BAHIA, O NAM ATLÂNTICO, O NDCC GARCIA D’VILA, mais este dois NDM teremos a força anfibia dos sonhos, aí falta somente as escoltas.
Uati? Garcia D’Ávila? Como assim gente?
Não são aqueles navios que o comprador vai ter que morrer uma grana preta com os trabalhos de manutenção? Negócio da China, hein?!
O q é bom custa caro jovem, já me dizia a Maria Bonita lá nas Rocas em Natal -RN…
Boa noite amigo Guilherme vc sabe se a MB vai operacionalizar os dois ou um será canibalizado?
2 Guilherme o Bahia esta pra dar baixa?
Obrigado
Abs
Se a MB realmente firmar a aquisição desses dois navios e conseguir manter ambos em plena operação será um ganho enorme para nossas capacidades operacionais.
Não navios únicos e com pelo menos mais duas décadas de vida útil.
O navio Bahia acabou de sair do PMG (revisão) e já participou do exercício com a marinha francesa na semana passada no Ceará, operacao-jeanne-darc-2025.

A MB vai operar os 2 navios(albion,bulwatk) + o navio Bahia = 3 navios anfibios.
Planejamento da marinha 2025.
O estranho é a matriz apresentar o Atlântico com a silhueta do A-4…
Uati? Garcia D’Ávila? Como assim gente?
Pra isso o Albion precisa extensa revisao e reforna