Aos 23 anos, a Tenente Vitória conduz uma máquina de guerra capaz de disparar mísseis e foguetes
A Tenente Aviadora Vitória Bernal Cavalcanti entrou para a história da aviação brasileira ao se tornar a primeira mulher do País a alçar voo no comando de um helicóptero de ataque. Na última sexta-feira (06/03), ela realizou a sua primeira instrução no cockpit da aeronave AH-2 Sabre, com sede na Base Aérea de Porto Velho.
“É uma grande honra e responsabilidade ser a primeira mulher a pilotar um helicóptero de ataque da Força Aérea Brasileira. Espero que isso sirva de inspiração para todas as mulheres, mostrando que, por meio do esforço e da dedicação, nós podemos alcançar qualquer objetivo”, ressaltou.
Formada pela Academia da Força Aérea (AFA) em 2013, a Tenente Vitória,hoje aos 23 anos, é natural de São Paulo (SP). Ela é a primeira aviadora do Esquadrão Poti, equipado com os helicópteros de ataque AH-2. A aeronave, armada com um canhão de 23mm e capaz de lançar mísseis e foguetes, é blindada e pesa 12 toneladas.
“Ainda terei muitos estudos e treinamentos pela frente para cumprir todas as ações da FAB atribuídas ao Esquadrão Poti, que são defesa aérea, ataque, escolta, supressão de defesa aérea inimiga, varredura e apoio aéreo aproximado”, destacou.
Após voar aviões T-25 e T-27 na AFA, a Tenente Vitória passou um ano em Natal (RN), no comando de helicópteros H-50 Esquilo. Transferida em 2015 para Porto Velho, seu primeiro desafio foi o curso teórico da aeronave AH-2 Sabre. Agora, ela treina para atuar como POSA (Piloto Operador de Sistemas de Armas), responsável por acionar o armamento do AH-2.
FONTE: Esquadrão POTI-2º/8º GAV
Parabéns, Lady Sabre!!!
Parabéns pela sua conquista.
Embora com atraso, parabéns Tenente Vitória!
Nome mais do adequado e sugestivo para uma guerreira!
e as mulheres continua a galgar espaço no cenário internacional, parabéns pelo dia das mulheres
Parabéns a essa pioneira, que não teme em meter medo ao pilotar e operar o Mi-35M.
Antes de mais nada, parabéns às mulheres pelo seu dia!!!
Interessante no notar que na foto a piloto está com um capacete russo e não um outro modelo ocidental, será que o tal problema de integração com este capacete foi sanado? Não quanto a integração junto à aeronave, mas junto a comunicação com outros meios da força.
Até mais!!!