Por Marta Sfredo
Sérgio Horta, ex-diretor de novos negócios da Embraer que assumiu a presidência da AEL (75% Elbit, 25% Embraer), afirma que o projeto está “a mil pelo Brasil”.
Fundada em 1983, a AEL é uma das poucas brasileiras no mercado de aviônica (sistemas eletrônicos para aeronaves). Como se trata de material de defesa, há muita reserva para mostrar o trabalho já feito. Para ver o modelo do novo equipamento, só em simuladores mostrados em público.
A empresa, que produz outros itens de aviônica, já contratou todo o pessoal para desenvolver o projeto. Só para entregar o primeiro protótipo do WAD e de outro equipamento para os Gripen, o Head Up Display (HUD) no próximo ano, há 30 engenheiros na unidade da Avenida Sertório. No total, são “280 almas a bordo”, na descrição de Horta. A tela única e sensível ao toque é uma das inovações do Gripen. A maioria dos caças é equipada com três telas com diferentes informações.
– As três telas eram da geração Nintendo, a WAD é a tela da geração iPhone – compara Horta.
FONTE: Zero Hora – Coluna: Mais Economia